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Neuromarketing: o que é, e como aplicar em sua loja

Vamos refletir, quando você oferece um produto ou serviço para o público errado, que não tem interesse nenhum relacionado ao item, diminui extremamente a chance de conversão, certo?

Por isso, identificar o público ideal é um dos primeiros desafios que existe em uma equipe de marketing. Claro, junto disso estão diversos outros a serem resolvidos, porém, o caminho fica muito mais fácil a ser trilhado quando se sabe quem deseja atingir.

O outro grande desafio é entender o comportamento do consumidor. A premissa é que o ser humano se comporta na maior parte do tempo de forma inconsciente e a origem das decisões tomadas às vezes é desconhecida por ele mesmo.

Somente com os métodos tradicionais de pesquisa não é possível identificar esses comportamentos e motivos que levam a algumas escolhas. Por isso surgiu o neuromarketing, a combinação da neurociência com o marketing.

Ambos juntos tentam descobrir os motivos que levam os consumidores preferirem determinadas características de produtos dentre tantas opções de cores, tamanhos e marcas que são oferecidas no mercado.

A neurociência busca, no inconsciente e em respostas físicas, entender como de verdade as pessoas reagem, os formulários de pesquisa estão sendo deixados de lado para melhorar cada vez mais a precisão das pesquisas onde as pessoas não conseguem mentir ou esconder seus sentimentos, o cérebro humano.

Isso já existe?

Muitas empresas têm utilizado esse método de pesquisa para melhorar a experiência dos usuários, identificando o que buscam e suas escolhas por determinados produtos.

Ao contrário do que pensamos, o processo de tomada de decisão não flui de maneira racional, ele começa a surgir no inconsciente, quando determinados estímulos ativam partes específicas do cérebro.

Um exemplo desses estímulos?

Falar apenas de produtos e serviços nem sempre é convincente para alcançar o consumidor, por isso, uma das melhores formas é ativar algo que já está no inconsciente da pessoa.

Alguns detalhes simples de interação com propagandas, cheiros, sons podem estimular e ativar desejos, sensações e escolhas.

No mundo on-line, em meio a inúmeras opções, os desafios para se destacar se tornam ainda maiores. A estratégia de recomendação é baseado exatamente nisso, oferecer ao usuário, uma experiência relacionada a alguma interação feita anteriormente.

As pesquisas de neuromarketing demonstram, dentre vários aspectos, como a aparência, ordem de visualização, mensagem são capazes de influenciar pontualmente a forma como os consumidores exercem a decisão e efetuam as compras.

Já existem agências que utilizam alguns materiais de pesquisa como eye-tracking (dispositivo para mensurar como o olho se comporta) que mostram exatamente para onde o consumidor está olhando em um anúncio por exemplo, onde foram os melhores e piores pontos de atenção, para entender qual disposição teve mais conexão com o cliente, qual mensagem etc e o que mudar para melhorar a conversão do consumidor.

Este tipo de mensuração já pode ser feito por algumas lojas físicas e começaram a também a ser utilizadas em lojas virtuais também, tanto para ver reações dentro do site, a experiência de compra em si, quanto para todo o processo, inclusive a chegada da compra, o famoso unboxing.

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