O crescimento do e-commerce no Brasil nos últimos anos

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Tempo de Leitura: 2 minutos

Você provavelmente já está cansado de ler textos dizendo que “apesar da crise” um determinado setor da economia apresentou desempenho positivo, mas é impossível ignorar o grande e constante crescimento ano após ano dos setores de E-Commerce, mesmo diante de situações sociopolíticas pouco favoráveis.  

Segundo o relatório WebShoppers divulgado pela E-bit, empresa especializada na coleta de dados de mercados eletrônicos, no ano de 2013 o comércio eletrônico faturou quase R$ 29 bilhões. O crescimento de 20% em relação ao ano anterior se baseou em fatores como o aumento do número de e-consumidores, a popularização da internet móvel, principalmente entre as classes mais baixas, e as promoções de Black Friday, que renderam R$ 770 milhões em apenas um dia e quebraram recordes de faturamento.

O ano de 2014 continuou trazendo surpresas para o e-commerce, que teve um crescimento de 24%, superando as previsões feitas no ano anterior. Além da Black Friday, a Copa do Mundo aqueceu as vendas de televisores e artigos esportivos e ajudou o comércio eletrônico a alcançar um lucro de R$ 35,8 bilhões e a ter um volume de pedidos 17% maior.

Em 2015 as crises políticas e econômicas impediram que o e-commerce atingisse os 20% de crescimento esperados, mas não foram de todo desanimadores. O valor do ticket médio aumentou 12% em relação ao ano anterior e atingiu R$ 388, o que somou um faturamento anual de pouco mais de R$ 41 bilhões. As informações do WebShoppers referentes a esse ano também ajudaram a comprovar a eficácia de datas especiais voltadas para o comércio, uma vez que foi registrado um crescimento de 56% das vendas durante a Cyber Monday e de 38% na Black Friday.

2016 foi o ano em que foi mais que comprovada a força do e-commerce, mesmo durante uma grande crise econômica. Apesar de um pouco mais tímido, o crescimento de 7% gerou um faturamento de R$ 44,4 bilhões, garantido com fatores como o aumento das vendas feitas por smartphones e tablets, que passaram a representar mais de 21% das transações online. O enfraquecimento da classe C frente à maior presença das classes mais altas gerou um aumento de 8% no ticket médio, o que garantiu maiores lucros mesmo com a estabilização de números de pedidos.

Em relação aos produtos comprados, a categoria de Moda e Acessórios se manteve no topo quando se trata de volume de vendas (posição que ocupa desde 2013), enquanto os aparelhos de telefonia e celulares e os eletrodomésticos continuaram crescendo tanto em volume quanto em faturamento. Veja os resultados em números da Black Friday dos lojistas Loja Integrada, agora imagine que este número promete ser ainda maior em 2017.

Neste ano, a expectativa é que os E-Commerces continuem andando na contramão dos outros mercados e atinjam um faturamento de quase R$ 50 bilhões, representando um crescimento de 12%. A tendência é que não só mais pessoas comprem online, como também consumam em diferentes categorias, especialmente naquelas com produtos de maior valor agregado, o que irá colaborar para o aumento do ticket médio. A E-bit prevê ainda que até dezembro, 32% das compras online sejam feitas a partir de dispositivos móveis, o que vai ser positivo para os lojistas Loja Integrada, uma vez que as lojas virtuais da plataforma já possuem versão mobile de forma nativa e responsiva.

 

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