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Meios de pagamento online: como funcionam? Como escolher?

No primeiro post da nossa série sobre meios de pagamento online, explicamos o que são eles e demos um spoiler de como funciona sua estrutura. Agora, vamos explicar a fundo como é feito o processamento de uma transação digital para que você saiba escolher o melhor meio de pagamento para o seu e-commerce!

Antes de começar, vale ressaltar uma coisa: não existe uma resposta única para “Qual é o melhor meio de pagamento para sua loja?”. A melhor opção será aquela que oferece comodidade e variedade de escolha para o seu consumidor, ao mesmo tempo que se encaixa ao perfil de gestão da sua loja — e isso só você pode determinar! Para isso, você precisa de informações e é nisso que podemos ajudar! 

Vamos começar?

Como funcionam os meios de pagamento?

No primeiro artigo, apresentamos quem são os agentes dos meios de pagamento, que atuam desde o momento em que seu cliente realiza a compra no site até o momento em que ele recebe um e-mail de confirmação que ocorreu tudo certo com o pagamento dele!

Em geral, poucos minutos separam esses dois momentos — mas não se engane! Muita coisa aconteça durante esses breves instantes. Abaixo, a gente conta mais:

1. Confirmação da compra: quando o consumidor clica no botão “comprar” do seu site e finaliza uma compra, os dados são imediatamente enviados para uma adquirente por meio de um gateway. Como adiantamos, as adquirentes fazem a liquidação da compra, enquanto o gateway é o responsável por fazer o envio dos dados do seu site até a adquirente de forma segura;

2. Envio dos dados para a bandeira: o gateway envia os dados criptografados, de forma que somente a adquirente possa “ler” o que foi enviado. A adquirente recebe os dados e os envia para a bandeira do cartão — relembrando, é a parte responsável por analisar o perfil de consumo e o risco da transação. São as bandeiras também que permitem que você receba cartões de bancos emissores do outro lado do mundo;

3. Análise da transação: a bandeira analisa, junto com o banco, dados como limite do consumidor e saldo disponível para determinar se a compra pode ou não ser realizada. Se não houver saldo ou limite, o banco envia uma resposta para a adquirente informando que aquela transação não pode ser concluída. Caso haja, a resposta é positiva e a adquirente informa ao seu gateway que pode autorizar a compra;

4. Geração de um número de pedido: o gateway se comunica com seu sistema de gestão para que um número de pedido seja criado e enviado ao cliente para ele possa acompanhar o andamento do envio de sua compra. 

Parece simples, certo? Mas na realidade, no meio dessas quatro etapas, acontecem milhares de troca de dados em um curto espaço de tempo para que o consumidor possa ter a resposta sobre sua compra praticamente em tempo real.

Como escolher o melhor meio de pagamento?

Você já sabe que deve dar opções que façam sentido para os seus clientes. Isso porque consumidores diferentes possuem preferências diferentes. Enquanto um usuário pode amar pagar suas compras em 12x no cartão, outro pode sempre preferir pagar tudo no débito. pelo PIX que está bombando (ou no boleto). Dar essa opção de escolha é fundamental para elevar a experiência de compra do cliente.

Dito isso, existem duas formas diferentes de integrar diferentes meios de pagamento à sua loja virtual. Veja abaixo quais são elas!

Gateway e adquirente

Para começar, você pode oferecer diferentes meios de pagamento por meio de um gateway e uma adquirente, que é justamente o processo que listamos acima.

Aqui, em geral, é preciso contratar um desenvolvedor para fazer a integração entre a loja e o gateway, e o pagamento a esses intermediadores é feito com base no número de transações. 

O checkout aqui é bem transparente, uma vez que o consumidor permanece na página da loja, e é o nome da loja que sairá na fatura do cartão.

No entanto, por conectar a loja diretamente com o banco, o empreendedor pode ter que procurar um sistema antifraude (falamos sobre ele no post anterior) para se proteger contra golpes e ataques cibernéticos.

Embora tenha muitas vantagens, esta pode ser uma escolha mais cara para o lojista.

Intermediário

Outra opção é optar por um intermediário, também chamado de subadquirente. Falamos um pouco sobre esse modelo no primeiro post também: são aquelas plataformas que unificam todas as etapas do processamento de um pagamento em um único lugar. Um exemplo aqui é o Mercado Pago.

Quando um cliente confirma que quer comprar um produto na sua loja, ele é redirecionado ao site do intermediário para finalizar o pagamento. A plataforma intermediária é responsável por fazer o contato entre todas as partes, inclusive o anti-fraude e o empreendedor não precisa se preocupar com mais nada.

Além disso, essas soluções de plataforma intermediária costumam oferecer diversas opções de pagamento, e a integração com a página da loja também é fácil e rápida, permitindo que o próprio lojista possa fazê-la.

Como dissemos no começo do post, escolher entre as duas opções dependerá do perfil da sua loja, da sua gestão e do que você deseja.

Lembrando que aqui na LI, só temos subadquirentes, por saber que é a melhor opção para os nossos lojistas.

No próximo post, vamos mostrar o que são os famosos “chargebacks”: estornos de compras. 

Ficou com alguma dúvida? Quer saber mais? Comente abaixo e compartilhe conosco! E fique de olho nos próximos posts da série Meios de pagamento online!

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